Afasto o lugar para outro lado,são as veias abertas de várias virtualidades inacabadas.
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Corrido na esquina
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
PEC do Trabalho Escravo - Petição ON LINE
Examinadores e Examinadoras que por acaso ainda prestigiam de quando em vez essa esquina.
Atualmente no Brasil a incidência de trabalho escravo e análogos a este, faz parte do cotidiano de diversas pessoas escravizadas, nos últimos 10 anos muitos cativeiros foram destruídos, porém os proprietários delas nunca sofreram uma sanção que mexesse com seu patrimônio.
Em várias situações quem combate o trabalho escravo paga com sua própria vida. Nesse sentido, colocamos como link uma das formas que podemos fazer para combater o trabalho escravo, esse instrumento político-jurídico denominada PEC - do Trabalho Escravo necessita de todo apoio possível, pois de 2004 está engavetado.
Nesse sentido solicitamos a todos/as que utilizem alguns segundos do seu tempo para assinar a petição. Grato pela atenção.
"Caros e Caras repassem a mensagem.Precisamos de 2 milhões de assinaturas. Já temos quase 25.000. A lista precisa avançar. O processo social é tecido de acordo com a vontade popular. Teremos o resultado indicado pela vontade popular, e é claro que no século XXI ninguém quer esta barbárie, mas, entre o não querer e a consolidação da PEC, precisamos da manifestação individual de cada cidadão brasileiro. Considerando que engatinhamos na inclusão digital, pedimos a ajuda na colocação de cartazes em estabelecimentos comerciais, escolas, sindicatos e outros, para que mesmo aqueles que não tem internet possam dar a sua colaboração.Grata e atenciosamente, Luciana Calia"
Clique aqui e faça sua adesão ao abaixo-assinado pela aprovação da PEC do Trabalho Escravo
http://www.reporterbrasil.com.
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Esquinou-se de vez.

Dobrou a esquina em vários pedaços,
Aquietou seu celular vibrante,
Jogou seus contatos no bueiro.
E rompeu em um choro chorinho,
Ritmo e som de batucada,
Espetou o resto do seu dinheiro no churrasquinho,
Acreditou ser eterna a ressaca,
Criou um soneto cantado,
Versou sobre o bairro em estado de graça.
E mais perto do alvo do que do tiro,
Disparou nas galerias das inovações.
Olhou assustado do lado,
Secou lentamente o rosto,
Dos rastros escorridos do batom
Pensou atordoado: É tudo invenção!
E tardeou qual a balburdia de criança,
A cidade respirava em tom de ameaça,
Construiu com um lenço suado as primeiras palavras,
Rimou autenticidade com autoridade estatal,
Das esquinas amassadas entrou na contra-mão.
Pulou e não se aquietou nunca mais.
E abriu a porta da rua,
Entrou nas frestas dos mundos.
Sentou sobre a mesa e leu sobre si no jornal,
Na página 07 encontrou uma moça que fazia programas,
Mas agora é da Igreja Universal,
Guardou os cílios postiços e riu...como riram.